segunda-feira, 30 de julho de 2007

Skream @ BBC Radio 1 - Essential Mix 2007

Um sufocante e denso set de 2:00h de puro Dubstep pelo genial Skream!

Download gratuito em:


Box of Dub - Dubstep & Future Dub - Soul Jazz Records ´07

Não há melómano que não deseje a próxima revolução. Que não deseje a next big thing. É a necessidade da novidade para estimulação do nervo criativo. Ou a extensão do prazer para além da redundância que a vida contemporânea vai trazendo. Um pouco de cor em dias cinzentos. Em tempos de crise conceptual, o arco-íris será mais desejado que o pote de ouro no seu extremo. E se a paleta tem andado pouco colorida desde os primeiros dias do milénio, é certo que por entre os revivalismos e a redescoberta dos clássicos intemporais, também haja quem procure novos paradigmas que caracterizem esta década.

E não será por acaso que muita da esperança - perdida recentemente -, tenha sido encontrada nos undergrounds dos subúrbios londrinos. A essência original de quem ainda sente a necessidade de quebrar com a pop estabelecida tem sido uma das regras elementares da música de dança desde os primórdios das raves. Segredos bem guardados e a que poucos terão acesso, os ingredientes que constroem a nova música urbana poderão soar estranhos no início. Mas o aperfeiçoamento que o tempo oferece torna num ápice o inacessível em acessível. Assim foi com o house, o techno ou o drum n’ bass. E todas essas linguagens estão hoje em dia perfeitamente estabelecidas no universo pop.
Com o dubstep ainda será cedo resumir o lugar que ocupará na história desta década. O seu lento caminhar têm lhe dado uma segura ascensão. Mas será suficiente para uma completa autonomia estética? A julgar pelo contributo que agora a Soul Jazz Records decidiu dar, pode ser que novas atenções sejam atraídas e que o impulso que ainda esteja faltar seja dado de forma definitiva - para além de Burial e Memories Of The Future, naturalmente. Apesar da relativa contenção que Box of Dub tem para oferecer, os passos são coerentes.
No espectro poderá haver, como esta caixa sugere quando prefere no subtítulo a terminologia Future Dub, laivos de nova experimentação para além da determinada tipologia dubstep. Ou seja, na Soul Jazz não houve a mera tentação de reunir uma mão cheia de temas dubstep de gente já conhecida (Kode 9, Burial, Skream ou Digital Mystikz) e expô-las como sendo a única linha da frente do género, houve, sim, a necessidade de incluir quem por entre a estranha experimentação dub ainda não tenha sido conotada com um rótulo específico. Por entre o que já nos habituamos a ouvir acabamos por encontrar pérolas que soam a novos ensaios estéticos, que devidamente analisados, poderão ser o próximo passo do dubstep.
Bem vistas as coisas, o namoro com esta música não será imediato. Mas uma antologia da Soul Jazz que se digne não deixa por mãos alheias a função didáctica da música que reúne. Os habituais textos são informativos e enquadram o som no tempo. E se com eles apreendemos a origem de tudo, já quem tenha andado atendo à evolução do dubstep em 2006 depressa chegará à conclusão que não há nada verdadeiramente extraordinário nos dois temas de Skream ou Digital Mystikz ou que as incursões de Burial ou Kode 9, apesar de uma maior dinâmica sonora, não vão além do que já conhecíamos. A descoberta dos ensaios de King Midas Sound, de Sub-Version ou de Tayo revelar-se-ão mais interessantes e estimulantes por aplicarem uma subversão digna dos princípios dub e dos roots que Kingston soube oferecer ao mundo. Assim se prova que revolução que a Jamaica nos proporcionou há 30 anos ainda está longe de esgotada. E se assim realmente for, ainda está por escrever o último capitulo desta história.

Voodoo e exorcismos no últimpo dia do FMM´07

Foi um fecho triunfante o da edição deste ano do Festival Músicas do Mundo: ontem à noite, no Castelo de Sines, a lotação esteve esgotadíssima e os ânimos ao rubro na última rodada de concertos do evento, pelo qual a organização estima que tenham passado largos milhares de pessoas. Na noite de Sexta-feira, por exemplo, terão circulado entre o Castelo e a Avenida da Praia, onde também se realizaram numerosos espectáculos, 15 mil espectadores.
Musicalmente, a noite da despedida começou da melhor maneira, com um peculiar concerto de Erika Stucky. Criada em São Francisco, na era do psicadelismo, Stucky viria mais tarde a estabelecer-se na Suíça, país dos seus pais. A disparidade de origens ajuda a explicar a música da artista, onde se cruzam o jazz, a folk e o canto yodel, mas suspeitamos que a abordagem excêntrica seja plena responsabilidade de Miss Stucky, e não do seu percurso geográfico.
De barrete de pêlo e permanente sorriso, Erika Stucky entrou em palco depois de uma castiça introdução a cargo dos seus dois tocadores de sopros, que ao longo do concerto se serviriam de trompas dos Alpes, trompetes, búzios e demais instrumentos de sopro, mais ou menos improvisados.
A suíça-americana começou por brincar com o nome da localidade - «Sinessshhhh», sibilou – antes de falar um pouco, ao público, sobre a sua experiência de vida. Comparada a Laurie Anderson mas próxima, igualmente, do universo da norueguesa Hanne Hukkelberg, Stucky apresentaria temas próprios e versões muito personalizadas de clássicos como «These Boots Were Made For Walking», num concerto que teve muito de construção no momento.
«Não pensem muito – eu sei o que estou a fazer, vocês não precisam de saber», recomendaria, pouco depois de integrar os sinos da igreja vizinha na sua música e pôr às costas uma pá, que usou como percussão. Excêntrica e, a espaços, sinistra, Erika Stucky encenou diálogos imaginários, cantou sobre cowboys suíços e ofereceu a «Sinesssshhh» um espectáculo despido e experimental. A avaliar pela reacção final do público, dir-se-ia que os riscos deram frutos.
Seguiu-se K’naan, um músico natural da Somália e actualmente radicado no Canadá. A organização apresentou-o como rapper, mas a actuação começou por remeter os presentes para os cânticos espirituais africanos; à voz de K’naan, esquálida e simpática figura de túnica azul e chapéu vermelho, juntavam-se as dos seus três músicos, responsáveis pela guitarra, coros e djembé.
K’naan já estivera em Sines, no ano passado, e talvez por isso soube estabelecer uma notável comunicação com o público, que de bom grado entoou os refrões de vários dos seus temas em inglês. Eventualmente a música de K’naan hip-hoppizou-se , com a entrega vocal a soar mais urbana e próxima daquilo a que podemos chamar flow, mas a mensagem do somali, criado durante a Guerra Civil do seu país, foi sempre de ternura e optimismo.
Uma versão de «There Is A Way», de Mos Def, ou a quase nu-soul «My Mother’s Pearls» provaram a versatilidade de K’naaan, que com muito pouco (percussão, guitarra, coros) fez mesmo muito, em Sines. Na última canção, «Soobah», pediu à plateia «protest energy» para uma «protest song», e a prontidão com que o apelo foi recebido foi a prova de que a sua mensagem tinha passado.
A terminar a noite, os multinacionais Gogol Bordello, possivelmente a banda mais aguardada de todo o festival, não defraudaram expectativas, dando um concerto endiabrado e aceleradíssimo. À banda de Eugene Hütz coube musicar o fogo-de-artifício que anualmente encerra o festival no Castelo, e os riffs pirotécnicos de «Sally» foram a banda-sonora ideal para a ocasião.
O líder desta trupe, o ucraniano Eugene Hütz, surge em palco de calças vermelhas e guitarra acústica, mas a sua maior arma é, claramente, uma atitude simultaneamente festiva e provocatória que, a par da entrega dos seis músicos que o acompanham, não deixou pedra sobre pedra no Castelo.
Denotando grande confiança – afinal, é este o homem que secundou Madonna no Live Earth – Hütz prometeu inundar Sines em «gypsy punk» e cumpriu. Quase sem pausas entre as músicas, com muitas danças galináceas e um som mais rock do que em disco, a banda ajudou a criar a ilusão que a festa no Castelo não teria, nunca, fim.
«Wonderlust King» ou o êxito «Start Wearing Purple» levaram o público ao delírio, numa actuação mais veloz que um ciclista tunnado e de fortíssimo impacto visual: além de Hütz, o violinista de cabelos brancos e a esbelta dançarina que bate incessantemente no bombo proporcionam farto entretenimento.
«We are your fucking new friends from abroad!», concluiria Eugene Hütz após muitos saltos, piruetas e suor. Podem não fazer a música mais original ou criativa do mundo, mas têm efectivamente tudo para se tornar num fenómeno de popularidade em Portugal, respondendo ao crescente interesse pelas músicas do Leste da Europa e juntando-lhes um familiar toque pop-rock.
Mais um sucesso de público e interesse artístico, a nona edição do FMM prosseguiu madrugada fora com Señor Coconut e Bailarico Sofisticado na Avenida da Praia. Para o ano, antevê-se uma grandiosa celebração do décimo aniversário de um dos mais estimulantes eventos musicais promovidos em Portugal.

(in, Blitz)

sexta-feira, 20 de julho de 2007

Quando a música se deita com a economia...

(Artigo publicado em: http://www.revistafatorbrasil.com.br/ver_noticia.php?not=9845)


Popkomm Premia Negócios em Música, Entretenimento e Tecnologia


Elas são jovens, elas são criativas. Elas ganharam atenção: as empresas jovens. Pela quarta vez a Popkomm está recebendo inscrições para o Prêmio de Inovação em Música e Entretenimento (IMEA). As companhias e projetos podem ser inscritos online até 15 de julho em www.popkommawards.com.
Desenvolvendo novas idéias para marketing na área de música e entretenimento, em 7 de maio teve início o Popkomm IMEA 2007. Com esse convite, o mercado de música internacional em Berlim está acolhendo projetos e companhias que levam novos impulsos para o negócio da música através da utilização criativa de novas tecnologias e mídia. "A inovação e a criatividade desempenham um papel importante na Popkomm, nos níveis artísticos e de negócios. Com o Popkomm IMEA nós queremos dirigir o foco àqueles com idéias de negócios criativas para formar e fortalecer o futuro do negócio da música, assegurando que os artistas e fãs continuem se encontrando e garantindo o pagamento justo por idéias criativas", disse o diretor da Popkomm, Katja Bittner, mostrando a motivação por detrás do prêmio.
Mais uma vez o prêmio conta com um júri proeminente. Especialistas da área internacional, jornalistas, pesquisadores de mercado e companhias de capital de risco selecionarão os oito melhores para a próxima rodada. Na tarde de 19 de setembro os finalistas escolhidos competirão entre si. Eles apresentarão suas idéias de negócios na Popkomm 2007 IMEA Finalist Screening Session onde o júri tomará sua decisão que será oficialmente anunciada naquela noite. Será concedido, entre outras coisas, um stand na Popkomm 2008.
É especialmente atrativa para os finalistas a oportunidade de apresentar suas idéias para uma audiência de especialistas renomados, para a obtenção de feedback (retorno) e fazer contatos - e naturalmente o interesse da mídia internacional participante da Popkomm todos os anos. Em 2006 os prêmios foram para Briton Pascal Grierson da UBC Media por seu projeto DABradio - DMD Digital Music Distribution e a companhia Royalty Share. A empresa oferece uma plataforma online que simplifica os complexos royalties (direitos) da distribuição de música digital para artistas e publicadores. Bob Kohn, presidente e diretor da Royal Share, disse: "Estamos honrados por receber esse distinto prêmio que ressalta nosso compromisso para com a inovação em tudo o que fazemos para os nossos clientes."
Popkomm - conexão para o sucesso - A 19ª. Popkom acontecerá de 19 a 21 de setembro em Berlim. Como uma plataforma internacional para a indústria de música e entretenimento, a Popkomm atrai milhares de visitantes de negócios de todo o mundo. Seu conceito de evento integrado é único, a Popkomm é o único local de encontro da indústria em todo o mundo a ter uma feira de negócios, congresso e festival.
É por isso que a Popkomm é atrativa não somente para os que representam as principais atividades do negócio da música. Ela também atrai a indústria de concertos, o mundo do cinema, entretenimento por comunicações móveis e produtos eletrônicos de consumo para o Berlin Exhibition Grounds. Essa é a quarta vez que a Popkomm é realizada na capital alemã. A Popkomm 2007 é organizada pela Popkomm GmbH, Berlim.


AE/Business Wire Latin America

Que tempo é que faz em Berlim em Setembro?

Ellen Allien e Richie Hawtin no Anti-Pop deste ano!

O Anti-Pop Music Festival regressa a Viana de Castelo nos dias 9, 10 e 11 de Agosto. A terceira edição do festival conta com actuações de Ellen Allien & Apparat, Richie Hawtin (a.k.a. Plastikman), Extrawelt, Matthew Dear e Gui Boratto, entre outros.
Os preços dos bilhetes são os seguintes: €15 (dia 9), €25 (dia 10), €25 (dia 11), €35 (3 dias, se comprados no mês de Junho), €40 (3 dias, se comprados entre 1 de Julho e 8 de Agosto) e €45 (3 dias, se comprados a 9 de Agosto).
Segundo a Ofirprod, promotora do evento, «A entrada para o recinto será feita numa zona mais ampla e acessível, junto ao rio. Haverá uma zona de lazer mais bem direccionada para as características deste festival. E haverá mais stands do que no ano anterior».
Depois de no ano passado ter recebido actuações de nomes como Tiga, Vitalic e Booka Shade, o palco montado no Largo da Estátua da Menina de Viana, junto ao Forte de Santiago da Barra em Viana do Castelo, volta a receber alguns dos nomes mais importantes da cena electrónica mundial.
O cartaz completo é o seguinte:

9 de Agosto

21h00 Nuno Di Rosso (DJ set) 23h00 Thinkfreak (live act) 00h00 Dezperados (DJ set) 01h45 Matthew Dear’s Big Hands Tour (live act) 02h30 Ellen Allien & Apparat (live act) 04h00 Expander (DJ set) 05h30 Paul Kalkbrenner (live act)

10 de Agosto

22h00 Freshkitos (DJ set) 00h00 Troy Pierce (DJ set) 02h00 Gaiser (live act)03h00 Richie Hawtin (DJ set) 06h00 Heartthrob (live act) 07h00 Magda (DJ set)
11 de Agosto

21h00 Magazino (DJ set) 23h00 Miguel Rendeiro (DJ set) 01h00 Gui Boratto (live act) 02h15 Invaders (VJ set) 02h30 Octave One feat. Random Noise Generation (live act) 03h30 Rui Vargas (DJ set) 05h30 Extrawelt (live act)06h30 Ata (DJ set)

12 de Agosto

Special After Hours @ Caffè del Rio - 09h00 Husley & Gunz vs. Alex Vieira (live act) - 11h00 Pedro Ricciardi (DJ set) - 13h00 Iván Escura (DJ set)

quinta-feira, 19 de julho de 2007

Adeus bumtch bumtch ... olá tsraummm...tchhh...


Especial destaque para a noite de 20 de Julho! Dubstep, até que enfim!

Clica na imagem para ampliar!

sexta-feira, 13 de julho de 2007

Basteroid a dar na micro!

Basteroid é natural da Áustria, embora viva em Colónia, cidade em que co-dirige, juntamente com Matthias Klein (aka Konfekt), e Michael Schwanen (aka Metope), a Areal Records, responsável pela edição da maioria dos seus trabalhos. "Automatique/Drehmoment", foi o primeiro EP desta editora e do próprio Basteroid, levando, mais uma vez, os olhares dos mais atentos ao fenómeno da música de dança, virarem-se para Colónia, receptivos ao surgimento de mais um núcleo de criação artística. Os seguintes trabalhos de Basteroid, que para além da Areal foram editados pela Sender e No Futures, redefiniram e deram uma lufada de ar fresco à corrente micro-house germânica, através de uma sonoridade desconcertante, ora repleta de bom humor, ora de paisagens sombrias, capaz de ser apreciada quer no conforto do lar, quer no calor da pista de dança mais underground.
Ao vivo, os concertos de Basteroid são de uma energia contagiante, percorrendo todo o seu trabalho, sendo reconhecido como o concerto mais forte da Areal e um dos mais aplaudidos em Colónia.

Sexta-Feira, 13 de Julho - BASTEROID (live) + DAVID RODRIGUES (dj) @ VIA LATINA, Coimbra
Sábado, 14 de Julho - BASTEROID (live) + EXPANDER (dj) @ VATICANO, Barcelos

quinta-feira, 12 de julho de 2007

Lux Jazz Sessions

O Jazz é um estilo de música cada vez mais procurado pelo público em geral e, nesse sentido, a CGD patrocina o Lux Jazz Sessions, um evento que consiste em sessões semanais de Jazz Contemporâneo, todas as quartas-feiras, entre as 23:00 e as 04:00 de Maio a Dezembro de 2007.
Este projecto de qualidade visa, essencialmente, recuperar o espírito do Jazz como música de dança e música para todos; recriar o espírito e o ambiente vivido nos clubes de jazz dos anos 50/60 numa perspectiva contemporânea bem como divulgar o Jazz Contemporâneo nacional e estrangeiro.
Cada sessão dividir-se-á em duas partes: a primeira parte das 23:00 à 01:00, com concertos de formações nacionais e estrangeiras, que decorrerão no primeiro piso; a segunda parte, a partir da 01:00 e até às 04:00, será o dancefloorjazz com dj nacionais e estrangeiros e podendo também contar com a participação de músicos convidados.
Para estes eventos será criada uma atmosfera especial e distinta, em que o espaço será dividido em duas áreas: a principal, o espaço de concertos, será na área da pista de dança com um palco redondo a 50 cm do chão no qual os músicos serão rodeados pelo público criando assim um ambiente mais intimista; a segunda área será um espaço lounge, tendo como objectivo principal a criação de uma zona onde o público possa simplesmente conviver durante os concertos sem que importune quem a eles assista.
A atmosfera “jazzistica” estender-se-á a todos os pormenores, inclusivamente ao pessoal que se apresentará com um styling específico tendo como referência a História do Jazz, em particular as décadas de 30 e 60. Como criadores estão previstos Lidija Kolovrat e Story Taylors e como stylist a Isabel Carmona (Arranca Corações).
A programação já prevista até Setembro deixa antever a boa qualidade dos eventos a concretizar. De entre os nomes nacionais poderemos salientar que estarão presentes os actuais músicos de maior impacto, nomeadamente Mário Laginha, Bernardo Sassetti e Carlos Barretto.

domingo, 8 de julho de 2007

SMD - Ataque Massivo!

Os Simian Mobile Disco são mais uma dupla inglesa que encaixa na perfeição na mesma prateleira dos Digitalism ou Justice. Espírito rockeiro, electrónica encorpada e "beats" demolidores ao melhor estilo pós-rave. A boa notícia é que estes dois rapazes ingleses gostam de fazer canções pop, ao mesmo tempo que gostam de agitar a pista de dança.
O resultado deste "cocktail" é o álbum de estreia "Attack Decay Sustain Release" que já lhes valeu comparações com os Daft Punk e que, tal como o álbum dos Digitalism, inclui 3 ou 4 excelentes canções, com destaque para "It's the beat" e "Hustler".

A má notícia é que os Simian Mobile Disco eram para vir tocar ao festival Dance Station mas, afinal, já não vêm!

sábado, 7 de julho de 2007

Live Earth bem geladinho!

Cinco investigadores do centro britânico de investigação sedeado na Antárctica, no Pólo Sul, protagonizaram hoje o concerto mais gelado do Live Earth.
Munidos de luvas, gorros e volumosos casacos, os Nunatak actuaram num cenário gélido e completamente branco, juntando-se via satélite às centenas de artistas em todo o mundo que se associaram ao mega festival Live Earth.
Os Nunatak são uma banda indie rock formada por cinco investigadores de uma equipa que estuda as alterações climáticas na região.
Esta questão das alterações climáticas do planeta é o mote para a realização do Live Earth, lançado pelo ex-vice-presidente dos Estados Unidos, Al Gore.
De acordo com dados oficiais daquele centro britânico no Pólo Sul, a temperatura na Antárctica aumentou cerca de três graus nos últimos cinquenta anos.
O Live Earth teve início em Sidney e decorrerá durante 24 horas consecutivas em cidades como Nova Iorque, Londres, Hamburgo, Shangai, Tóquio, Joanesburgo e Rio de Janeiro.

Agência Lusa

terça-feira, 3 de julho de 2007

O avanço digital com cheirinho a pó londrino! Dubstep, finalmente!

2006!

O primeiro ano do mediatismo e do “boom” do dubstep de Londres (e arredores) com emissão mais vasta para o estrangeiro, trouxe uma mão cheia de visionários da batida contemporânea para a linha da frente a representar o que era vendido como um novo género de beat a sair da capital inglesa.
Com os discos de Burial e de Kode9 com Spaceape a aterrar nas lojas e a invadir a imprensa, chegava--se com “buzz” fortíssimo a uma série de nomes que faziam 12"s há já alguns anos, e que permanecem até este momento como a nata da produção do que se veio a designar por dubstep. Entre eles Loefah, os Digital Mystikz de Mala e Coki (responsáveis pela DMZ - editora e noite que acontece em todos os meses ímpares em Brixton), Benga e Skream. Este último, Ollie Jones de seu nome, com 20 anos, produziu já - literalmente - mais de mil temas, espalhados por dubplates, 12"s e pelo seu LP de estreia homónimo pela Tempa, dos primeiros objectos mais acessíveis do dubstep e já um dos seus mais emblemáticos. É também autor de «Midnight Request Line», um dos clássicos instantâneos do género, e só por isso já ía para o céu.

(...) Excerto de entrevista a Skream (...)








Como foi para ti crescer no Sul de Londres?

Sream (S:): Foi bastante fácil, para te ser honesto. Foi porreiro, acho que normal, parecido para como terá sido para a maioria das pessoas. Parava na rua com os meus amigos sem fazer nada de mal, só a ficar por aí. Na zona onde eu vivo as coisas são sossegadas e conhecia toda a gente.

Como era o vibe no Sul de Londres a nível musical, nomeadamente em relação à Big Apple Records?

S: A música principal era UK Garage. Comecei a conhecer as coisas mais underground depois de conhecer o Hatcha, depois conheci o Benga, e fui sempre fazendo sets desde miúdo. O vibe na Big Apple era incrível, tipo família. Não consegues mesmo explicar o que era a não ser que fizesses parte daquilo, porque estavas rodeado por pessoas a fazer o que queres fazer quando fores mais velho - ou pelo menos era isso que eu pensava na altura, era isso que queria fazer, estar a fazer música e ser um DJ. Era calmo, havia sempre bom ambiente lá. Sempre tudo a rir-se, tudo descontraído.
Que noites, sets, 12"s ou dubplates foram mesmo importantes para ti quando começaste a fazer música?
S: A crescer fui sempre um gajo do vinil, comprei sempre muito vinil e recebia muitas promos da Big Apple porque passava sempre lá a vida.
Quando é que começaste a trabalhar na Big Apple?
S: Devia ter tipo 14.

Como é que te orientaste aí?

S:O meu irmão costumava tomar conta do piso do jungle. Ele e um tipo chamado Iceman tratavam desse andar, e quando cheguei a uma idade em que quis começar a ser DJ e fui aceite muito facilmente, porque era o irmão puto do Hijak.
Cresceste com o teu irmão, não foi?
S:Não cresci com ele. Tornámo-nos muito mais próximos nos últimos anos.
E houve alguns discos em particular que foram importantes para ti para começares a fazer coisas?
S:Todas as faixas que queria na altura não conseguia arranjar, porque eram coisasque só existiam em dubplates. Tipo El-B & Juiceman, uma faixa chamada«Buck and Bury» que está na compilação «The Roots of Dubstep», que eu adoro. Costumava passar-me da cabeça com isso. Lembro-me de estar no Fabric aí com uns 15 anos, lembro-me de estar no primeiro ou no segundo «FWD» quando a tocaram... adoro essa faixa, ainda hoje.
Sendo que o «dubstep» é um nome tão utilizado pela imprensa e, subsequentemente, pelo público que compra discos e por pessoas que vão a festas, tu lidas com os teus beats a partir de um prisma de género ou apenas enquanto beats? Fragmentas o que fazes?
S: Quando faço música, para te ser honesto, fico o dia inteiro à frente do computador e depois vejo o resultado final. Às vezes posso prestar mais atenção à percussão, e outras vezes gosto de manter a coisa estritamente minimal, e passar x tempo à volta da linha de baixo, só a trabalhá-la. Não há nenhum horário. Como estou no estúdio o dia inteiro, se tivesse um horário certo passava-me da cabeça. A única altura em que não consigo fazer música é quando tenho merdas a mais na minha cabeça. Fora isso consigo sempre estar a produzir.
Por exemplo o que é que sentes acerca da ligação, ou falta da mesma, de pessoas dentro da tua comunidade ou grupo de amigos (ou como lhe quiseres chamar) em relação a pessoas que fazem grime? A onda, o aspecto social, o network social?
S: A nível de clubes já não há noites de grime em Londres. O grime é controlado por MCs e nenhum MC está a falar positivo, portanto o resultado é teres um clube cheio de jovens temperamentais que não estão lá para ouvir música, estão lá para ouvir um MC. Numa noite dubstep não há nenhum MC com esse tipo de atitude, tens só pessoas para ouvir a música. No grime é só imagem, com toda a gente comos ténis, fato de treino e boné a condizer, e nas noites dubstep tens pessoas vestidas de uma forma mais descontraída. Agora, tenho relações com pessoas no grime, tipo o Plastician. Ontem estive a trabalhar numa remistura com ele e ele vai voltar cá em breve. Tenho amigos na cena do grime, mas do grime como um todo não sou grande fã, até porque não gosto muito de música centrada em voz, numa onda em que te é dito que faixas é que são boas. Se um MC se passa numa música toda a gente se passa. No dubstep não precisas de ouvir (de alguém) quais são as canções boas. Prefiro muito mais esse vibe, porque de certa forma é mais real.
Ao mesmo tempo também andas a fazer faixas com voz, tipo as faixas com o JME e com a Warrior Queen.
S: Sim, mas se ouvires a faixa que eu fiz com o JME não é ele a falar acerca de como vai matar toda a gente. É uma faixa sobre como hoje em dia no século XXI vives num clima tipo Big Brother, sobre como todas as pessoas estão a ser observadas. Só escolhi o JME de todo o pessoal do grime porque ele é um tipo inteligente e veio fazer o que sabe fazer. Não é um gajo com mania nem arrogante. Prefiro ouvir grime num CD do que num clube. Não sou anti-MC. O Wiley é um MC excelente, mas muitos deles têm um público muito complicado.O público não vai lá tanto para ouvir a música, vai mais para ver se consegue arranjar confusão com o MC. Estava a falar com o Plastician ontem e ele estava a dizer que não toca em noites de grime. Se fores ver, ele só toca em noites dubstep, porque se reparares ele não tem um MC que está sempre com ele, mesmo que o Skepta esteja muitas vezes com ele. Ele é um dos únicos DJs de grime que pode ir a uma festa e destruir, sem um MC.
Como é que surgiu a tua colaboração com a Warrior Queen?
S: Foi fora, porque estava a trabalhar numa faixa e tinha-a em mente até porque já tinha feito uma remistura de um tema em que ela participava, chamado «Almighty Father»e, basicamente, acabei essa faixa e queria entrar em contacto com ela, e no mesmo dia que a terminei fui ver os meus emails e estava lá uma mensagem da Mary Anne Hobbs a dizer que os agentes da Warrior Queen queriam entrar em contacto comigo.
Tens algum passado com o dancehall?
S: Não, de todo. As coisas mais dubby, com uma onda mais dancehall aparecem muito por culpa dos Digital Mystikz. Sempre fui mais uma pessoa influenciada por música electrónica, mais por house e coisas assim, e foram eles, o Horsepower e o El-B que me passaram isso. Mas foram principalmente os Digital Mystikz que trouxeram toda a cena do soundsystem, do bashment, a cultura do dub para o dubstep. O dubstep teve esse nome originalmente porque era 2step instrumental, se voltares a 2003. Quando o nome surgiu, nem penso que queriam dizer que era algo muito influenciado por reggae.
Quem arranjou o termo?
S: Foi o Blackdown (blackdownsoundboy.blogspot.com). Eu e o Benga fomos a primeira geração de produtores que estavam a fazer coisas que foram apelidadas de dubstep. Havia outras pessoas mais velhas, mas eram mais garage do que o que nós fazíamos na altura. Nós despimos muito a música e ficou mesmo minimal. Começámos a fazer o que queríamos. Queríamos fazer música como o El-B ou o Horsepower, mas éramos principiantes e não tínhamos as mesmas cenas de estúdio. Só tínhamos PCs.
Que tipo de necessidade ou visão tinhas para batidas mais cruas e secas no garage e no 2step? Ou foi um processo instintivo?
S: Penso que foi algo que aconteceu de uma forma simples. Concentrávamo-nos muito nas linhas de baixo e depois de as fazermos não estávamos muito preocupados com muito mais para além disso. Era fora. Começávamos a desenhá-las e passámos tanto tempo nelas, que ligávamos ao resto, mas era mesmo aí que nos concentrávamos. Tínhamos sempre batidas minimais e um fundo misterioso, escuro e quando ficávamos com isso as faixas ficavam feitas.
Estavas a falar de techno, mas relativamente a coisas fora de Londres o que é que te influenciou?
S: O único techno que costumava ouvir era na Big Apple. Não te consigo dizer nomes nenhuns. O Artwork costumava fazer umas coisas de techno sob o nome Grain que eram mesmo boas. Nunca consegui apanhar nada dele porque eram prensagens muito limitadas, mas eram batidas muito pesadas. Para te ser honesto os meus ouvidos abriram-se muito mais depois de ter começado a fazer música.
Qual pensas que foi, especialmente fora do Reino Unido, a importância dos discos de Burial e Kode9 & Spaceape? Achas que foi uma boa maneira de trazer a música cá para fora?
S: Nunca tinha conhecido o Burial, nunca tinha ouvido a música dele antes do álbum sair. Isso foi bom para o disco. Era algo que ninguém conhecia, que de repente saiu e era bom. Não estou certo se isso me ajudou realmente, porque o meu trabalho é muito oposto ao dele dentro do dubstep. O dele é muito mais abstracto, não sei... a maioria das pessoas que conheço, o Benga, o Chef, nunca tínhamos ouvido falar dele. Pareceu-me um pouco estranho ele aparecer do nada e fazer um disco, mas ele provou que não era, porque o disco era mesmo bom. Foi só surpreendente que ele fosse tão pacato. Muitos de nós vemo-nos muito, mesmo o Kode9, e nunca tinha ouvido o nome Burial até ter ouvido uma música dele. Pensei que ele fosse o El-B, mas não era, era o Burial. Já estive com ele um par de vezes e é um tipo muito pacato.
Qual pensas que é o estado actual dos beats de dubstep? O que é que se ganhou e perdeu depois desta primeira vaga de discos mais fáceis de arranjar?
S: No ano passado, não os produtores principais, mas as pessoas que apareceram ficaram muito presas a uma fórmula, a linhas de baixo de LFO e ficavam-se por aí. Mas tipo Digital Mystikz, o Benga e eu vamos estar a fazer coisas bastante diferentes, então espero que isso influencie as pessoas a fazerem coisas diferentes. Havia música muito boa o ano passado, mas havia noites em que saías e só havia algumas músicas e alguns produtores a passarem porque eram as únicas coisas que soavam originais. Espero só que este ano apareça alguém fresco e novo e troque completamente as peças e apresente uma nova direcção para o dubstep. Seria mesmo interessante ver de onde é que isso pode vir. Até pode vir de alguém dentro da cena. O dubstep nunca começou formulado e, de certa forma está-lhe a acontecer o que aconteceu ao drum'n'bass, em que todas as grandes faixas são muito parecidas. Não começou assim, portanto... ainda não começou “realmente”, ainda não ficou mesmo grande, mas vamos ver como está para o ano. Acho que ainda continuará durante um tempo.
Estás a ver alguém que tenha aparecido recentemente que tenha esse tipo de potencial?
S: Há uma série de produtores a aparecer. Há o Quest, do oeste de Londres. Há uma “crew” chamada Anti Social, outro tipo chamado Silk It. Há o Chrome Star. Há um outro tipo chamado Peverelished que faz cenas diferentes. Há o Clue Kid. Definitivamente o Headhunter e o povo da H.E.N.C.H, eles são mesmo bons. O Headhunter, que tem um disco a sair na Tempa é um que pode completamente virar o jogo todo com batidas mesmo, mesmo “dark”.
Pedro Gomes, Fevereiro 2007, in http://www.luxfragil.com/

Dance Station...No comboio ou na sala?

O Dance Station marcará em definitivo o panorama da Música Electrónica em Portugal, com um conceito inovador que liga numa só noite, duas paragens!
Um evento único, que congrega duas paragens habitualmente separadas pelo propósito, sempre unidas pelo conceito de viagem.
Física no caso da Estação do Rossio e espiritual no que toca ao Coliseu dos Recreios.

Entao para a ementa temos na Estacão do Rossio: Tiga (DJ Set), The Chemical Brothers, Justin Robertson (DJ Set), Erol Alkan (DJ Set), D.I.M., Proxy, Jori Hulkonnen (DJ Set) e no Coliseu dos Recreios: Simian Mobile Disco (MUITO RECOMENDÁVEL), Fischerspooner (AH, AH, AH), Junior Boys, Air e Digitalism (IMPERDÍVEL).

Dia 12 de Julho!

domingo, 1 de julho de 2007

Será possível suportar um som?!

Uma coisa interessante na música electrónica é que ela atinge, muito facilmente, em determinados registos, o nosso sistema nervoso. Não se trata da questão do volume da música, mas da composição de determinados sons, só possíveis digitalmente.

Na edição 2007 do Sonar, Haswell e Hecker foram 40 minutos de eletrocução e ruído digitalmente abrasivo, muito mais textura que estrutura, saindo de um palco onde se via nada além de fumaça e um laser que se perdeu no caminho de alguma rave.

Site de excerto do concerto: http://www.youtube.com/watch?v=udvepMRZUAY

(Para ver até ao fim, obrigatoriamente!!!)

Popnoname - White Album (Italic Records)

Por detrás do título Popnoname mora o alemão Jens Uwe Beyer, um dos novatos da recente estirpe da cena digital de Colónia a que, na urgência mediática de rótulos, a crítica especializada se apressou a chamar de Bit Generation e que tem no selo Kompakt um dos mais expressivos cancioneiros (Justus Köhncke, Tobias Thomas, Michael Mayer, Reinhard Voigt, Superpitcher, são alguns dos filiados). A proposta Popnoname é simples: cultor da relação óbvia entre o experimentalismo electrónico (nas mais variadas formas de música dançável) e a eficácia de uma abordagem pop, Jens Uwe Beier constrói peças leais à fórmula de crescendos cíclicos (chame-se-lhe progressismo) e a abraçar diversas permutas estéticas, do minimalismo à abstracção, do colorido tecnho à propagação ambiental, dos vocais à abstracção instrumental.

No fundo, White Album traduz uma harmoniosa profusão de matérias digitais, por vezes transbordando as fronteiras da música de dança e anunciando um certo fôlego cinematográfico (ilustrado en passant nas magna peças do álbum, “Kapital” e “Mother Earth”) que, todavia, não desvia o disco da órbita pop-rave (palavras do próprio Beier) que, de certa forma, confirma as tendências fusórias de géneros dos últimos produtos da electrónica alemã.

Apresentado numa especial embalagem branca, com um“booklet” em branco é na minha opinião um sério candidato ao melhor disco de dança deste ano.

D-Mars partilha caixinha com Gilles Peterson a Norte

Fundador dos Micro, a carreira de D-Mars estende-se a várias colaborações no panorama do hip hop nacional (Mentes Conscientes, Ofício), à dinamização editorial (Loop Recordings) e ao trabalho a solo. Com o álbum instrumental The Pyramid Sessions, em que se apresenta com o nome Rocky Marsiano, estabelece uma incursão no jazz que o junta aos improvisadores Rodrigo Amado (saxofone) e Anthony Wheeldon (guitarra) e ao gira-discos de DJ Ride.
The Heritage Orchestra (http://www.theheritageorchestra.com/) é um original colectivo inglês que se move nos meandros do jazz/funk, com referências à música sinfónica do século XX e a Hollywood. Criada por Chris Wheeler e Jules Buckley, a orquestra apresenta composições e orquestrações originais, pontuadas com o cruzamento de momentos de improvisação com ritmos dançáveis. Conta nesta actuação com a participação do cantor norte-americano José James, uma revelação recente do jazz que se tem destacado com reinterpretações de John Coltrane, usando a voz como um autêntico instrumento.
A noite na Sala 2 completa-se com a actuação do lendário DJ Gilles Peterson (http://www.gillespetersonworldwide.com/). Com uma longa carreira na divulgação musical que atinge um dos pontos altos com o programa Worldwide, na Radio 1 da BBC, é fundador de várias editoras discográficas (Acid Jazz, Talkin' Loud e Brownswood) e marca presença em numerosos festivais por todo o mundo. Tem sido responsável pela aposta em diversas propostas musicais inovadoras, como é o caso de The Heritage Orchestra e José James. As suas selecções musicais são eclécticas, passando pelo dub, reggae, R&B, jazz, nu-jazz, hip hop, broken beat etc. O Bar 2 abre nas mãos de DJ Sciencia (www.myspace.com/djsciencia) alter-ego de Gonçalo Castro, autor de programas na rádio Antena 3. As actuações como DJ têm sido um aspecto importante do seu trabalho, para além da presença na imprensa e da produção musical para televisão.
Depois da actuação com Rocky Marsiano, DJ Ride desce ao Bar 2, onde revela o virtuosismo que o tornou duplo Campeão Nacional de Turntablism nas categorias scratch e show. A noite termina com a actuação de D-Mars.

Casa sa Música Sala 2 Sábado 7 Julho 2007 23:30

De Volta!

Xiiiiiiiii......Boom!
Cair na real de novo!
E assim se fez magia!
Acho que chega, não?Olha se não, que chegasse que não porque sim, ok?