sábado, 29 de setembro de 2007

E hoje, um pouco de tecnologia...de topo! (KAOS PAD 3)

A tecnologia Kaoss da Korg permite controlar múltiplos efeitos em tempo real simplesmente por toque, batendo ou deslizando com o dedo no touchpad.
Nenhuma outra interface é tão intuitiva, imediata ou mesmo tão divertida de usar! Esta última encarnação da Kaoss (na sua 3ª geração) possui um novo sistema de iluminação do Pad que nos oferece padrões visuais e até consegue apresentar uma mensagem pessoal através do próprio.

Especificações Técnicas

Efeitos: Filtros (Passa-baixa LPF, passa-alta HPF, passa-faixa BPF, 72dB/oct) Isolator e Distortion Talk-Filter Flanger EQ de 8 bandas Mid Pitch Shifter Broken Modulation Phaser Ring Modulator e filtro passa-alta HPF Decimator Low compressor Auto-pan Slicer Delay (Ping-pong, multi-tap, reverse e filtro passa-alta HPF) Tape Echo Reverb Gate reverb Grain shifter Vinyl looper Looper forward / reverseFour-sample-bank crossa fader rollPad drum 1 / 2Unison saw bassNoise synthesizer e looperVocoder Vocoder M7

Programas: 128 programas

Categorias dos programas: Filtro (16 tipos)EQ (2 tipos)Modulação (12 tipos)Compressor (2 tipos)LFO (25 tipos)Delay (16 tipos)Reverb (6 tipos)Grain shifter (5 tipos)Looper (13 tipos)Sample effect (7 tipos)Sample bank crossfade (4 tipos)Baterias (6 tipos)Sintetizador (10 tipos)Vocoder (4 tipos)

Sampler: Memória do sampler – 100 samples (máximo)Sampleamento: 16 bits, 48kHzConversores: 24 bits A/D e D/A

Entradas: Mic (conector P10) com ajuste de ganho (Trim)Entrada de linha L e R (esquerda e direita com conector RCA)

Saídas: Fone de ouvido (conector P10 estéreo) com ajuste de volumeSaída de linha L e R (esquerda e direita com conector RCA)

USB: Porta USB tipo B

MIDI: In e Out

Armazenamento de dados: Cartão SD (opcional)

Fonte de alimentação: 12VDC, 700mA

Dimensões: 210 mm x 226 mm x 49 mmPeso:1,30 kg

Acessórios: CD-ROM (Editor/Banco)Fonte de alimentaçãoProtetor da tela sensitiva

(Site da Marca: http://www.korg.com/)

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

O que fazes em casa é contigo, o que fazes fora... é com a Time Out!

A primeira edição limitada da Time Out Lisboa será revelada esta quinta-feira, na apresentação oficial da revista, que decorre no Lux, pelas 22:00 horas.
A festa, dedicada à capital portuguesa, contará com a presença de muitos convidados que fazem da cidade uma referência internacional. Depois disso, as portas da discoteca abrem-se ao público.
A versão portuguesa pretende seguir o «caminho de sucesso» das edições internacionais, como Londres, Nova Iorque, Chicago, Pequim, Moscovo, Telavive, Dubai, Bombaim, Istambul e Bucareste, dando aos lisboetas toda a informação sobre o que se passa na cidade.
A revista destina-se a um público urbano e cosmopolita, que aprecia bons momentos de lazer e gosta de estar actualizado sobre todos os eventos culturais.
A Time Out Lisboa, que promete estar nas bancas todas as quartas-feiras, ainda no mês de Setembro, dividir-se-á em 13 secções, nomeadamente Na Cidade, Filmes, Livros, Música, Palcos, Arte, Miúdos, Em Forma, Compras, Noite, Gay, Comer e Beber e, finalmente, Televisão.
A revista, que nasceu em Londres, em 1968, é hoje uma marca de referência no mundo através das 17 versões, em quatro continentes. Depois de Lisboa, seguem-se os lançamentos em Sidney, Barcelona e São Paulo.


(Fonte: Diário Digital)

terça-feira, 25 de setembro de 2007

Vias de Facto

Um percurso na linha de fronteira da música erudita com Paulo Somsen.

Horário: 2ª feira - 00h00 (ou seja Domingo à noite)

(Fontes: http://antena2.rtp.pt/ - Emissão Online)
Disponível para Podcast.

domingo, 23 de setembro de 2007

This is...Tomlab (Showcase)

Sediada na Alemanha, a editora fundada por Tom Steinle traz ao IMAGO dois dos seus artistas mais carismáticos: CASIOTONE FOR THE PAINFULLY ALONE (USA), projecto solitário de Owen Ashworth capaz como poucos de transmitir emoção desmedida e uma pouco comum clarividência pop só através dos seus teclados e programações electrónicas e KHAN OF FINLAND (GER), que com a sua sonoridade grandiloquente e uma presença em palco contagiante e demolidora, promete mostrar o porquê de ter sido considerado uma das grandes surpresas do Festival Sónar deste ano.
Dois concertos em estreia absoluta em Portugal e dos mais aguardados do ano por diferentes razões. Casiotone... raramente se apresenta ao vivo na Europa (esta é mesmo a única incursão fora dos Estados Unidos agendada para os próximos meses e que é complementada pela actuação no Clinic, em Alcobaça, no dia 6) e depois do disco de 2006, “Etiquette”, conquistou uma larga franja de fãs no nosso País, muito por culpa de canções aparentemente básicas, mas recheadas de pormenores deliciosos e construídas numa perfeição pop absoluta.
Já no que respeita a Khan of Finland, a curiosidade para ver em palco aquele que é actualmente considerado como um dos mais contagiantes e imprevisiveis músicos da fervilhante cena berlinense é enorme e a explosiva actuação no Sónar de Barcelona em Junho último só a veio aumentar.
Para completar o cartaz, a Tomlab escolheu uma das suas mais recentes e promissoras contratações, MUNCH MUNCH (UK), que pela primeira vez actuam fora de Inglaterra em vésperas da edição do primeiro álbum e em concerto gratuito prometem carradas de energia dançante, sintetizadores em chamas e percussões diabólicas, tudo envolto em fantásticas canções que ainda vão dar que falar.
No final, os representantes da Tomlab tomam conta dos pratos e fazem a festa.

(IMAGO FILM FEST - Heineken Sound & Vision Experience - Dia 5 Outubro - 18:30 & 00h00)

Oficial Site: http://www.tomlab.de/

sábado, 22 de setembro de 2007

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Modern Love!

Cozinhada nos fornos da Boomkat, a Modern Love foi servida durante o ano de 2002 quando o universo da “dança inteligente” estava ainda em fase de mutação.
Os irmãos Conner, mais conhecidos por Bitstream, foram a aposta da altura ao abrir o “espectáculo” com o EP “Radiotherapy”.
Volvidos cinco anos e sempre comuma selecção musical incontornável, a fase de 2007 é marcada pelas sementeslançadas pela Basic Channel e regadas por Maurizio – o universo Dub não é aquitratado como uma revisão nostálgica mas sim como uma evolução tecnológica quese serve das ferramentas computacionais para estender novos limites.
As recentes edições de Andy Stott, Deepchord Presents Echospace ou Claro Intelecto são a prova de que a Modern Love atingiu uma maturidade inabalável eque merece toda a atenção e confiança de todos os que verdadeiramente seinteressam pela cultura tecno-lógica.



quinta-feira, 20 de setembro de 2007

Olha um gato electrónico!

Electronicat é o alter-ego do prolífico músico e performer francês Fred Bigot.
Observando a sua jà extensa carreira, confrontamo-nos com um artista que sente de forma invulgar a sua música, um talento único que jà actuou ao lado de nomes como Stereolab, Felix Kubin, Magas, Khan, Max Turner e Timo Kaukolampi, e fez também remixes de nomes conceituados como os Depeche Mode.
07 Out 2007 @ Portalegre

Swayzak no Lux!

A dupla de londrinos (James Taylor e David Brown) que forma os Swayzak faz uma visita ao LUX no próximo dia 20 de Setembro num live-act.
Depois de se terem iniciado em 1997 na aventura de criar um som muito característico e que recebe a denominação, por parte dos especializados em matéria sonora, de Dub-Techno, Swayzak vem a Portugal exibir o seu mais recente trabalho, lançado a 27 de Agosto passado.
Com uma discografia extensa ("Snowboarding in Argentina", 1998; "Himawari", 2000; "Dirty Dancing", 2002; "Loops from the Bergerie", 2004; "Route de la Sack", 2006; Some Other Country", 2007), esta é uma oportunidade a não perder.

quarta-feira, 19 de setembro de 2007

Minimal Art - Série Taschen (Essential)

No início dos anos 60, vários artistas começaram a expor em Nova Iorque e Los Angeles trabalhos como uma lâmpada fluorescente aparafusada diagonalmente à parede (The Diagonal of May 25, de Dan Flavin) ou placas de metal deitadas no chão (Aluminum-zin Dipole E/W, de Carl Andre).
Estes objectos confundiram os críticos, que não sabiam como descrever e definir estas novas obras de arte. Por isso, recorreram a numerosos termos – por exemplo, Arte ABC, Cool Art, Estruturas Primárias. Mas conseguiram chegar a um acordo e a uma definição: a Minimal Art, título do ensaio do filósofo de arte inglês Richard Wolheim publicado em 1965, sinónimo de minimalização do conteúdo artístico. O movimento da Minimal Art transcende a pintura, apesar de diversos pintores trabalharem próximo dela.
Num sentido estrito, apenas os objectos, esculturas e instalações de cinco artistas se inscrevem na Minimal Art: Carl Andre (1935), Dan Flavin (1933-1996), Donald Judd (1928-1994), Sol LeWitt (1928) e Robert Morris (1931). Contudo, nenhum concordou com o rótulo minimal artist.

(Fonte imagem: the diagonal of May 25, 1963 (to Constantin Brancusi), 1963)

terça-feira, 18 de setembro de 2007

Retro-bailado analógico!

Definitivamente um dos melhores discos dos pioneiros nórdicos. Reunindo toda a experiência e história adjacente, Katodivalhe surge como uma peça sinfónica.
A orquestra de sons, dissecada em discos anteriores, é aqui representada pelos mais saudáveis espécimes. Prova da constante revolução ou evolução é o violoncelo que acompanha o bailado analógico.
Sempre surpreendentes Mika Vainio e Ilpo Vaisanen, mais saudáveis que nunca.

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

Mais uma bomba ´07...M.I.A. - Kala (Quando a étnica se funde o "sintético")

Nascida no Sri Lanka e radicada em Londres, Maya Arulpragasam (aka. M.I.A.) é uma figura que chama atenção pelos seus traços fora do padrão europeu e norte-americano de beleza e por promover misturas rítmicas diferenciadas em suas músicas.
O seu primeiro trabalho, tinha como base o hiphop com batidas eletrónicas, porém, duas faixas (Galang e Bucky Done Gun) tinham grande influência do famigerado funk carioca. Grande parte desse "flirt" com o ritmo brasileiro tem por trás o nome Diplo, DJ norte-americano interessado no funk e ex-namorado de M.I.A. Também participa nesse novo disco como produtor, além de Switch, DJ Blaqstarr, Morganics e o hitmaker Timbaland.
M.I.A. amplia ainda mais as suas fronteiras musicais em Kala e vai buscar inspiração em outros ritmos de países ou comunidades terceiro-mundistas: no bhangra da Índia, no kuduro dos negros de Portugal, nas batidas afro e, novamente, no funk carioca. Todo esse ecletismo fica um pouco dissipado e confinado quando colocado no formato CD, contudo, os singles funcionam muito bem no modo aleatório de um MP3. Em alguns momentos, chega-se a pensar que ela produziu músicas especialmente para serem retrabalhadas em remixes ou mash-ups.



domingo, 16 de setembro de 2007

Clubbing de volta ao Porto!

O Clubbing está de regresso à Casa da Música, trazendo à Sala 2 dois grandes nomes da música experimental internacional. A mítica banda norte-americana Tuxedomoon, fundada em São Francisco por Blaine Reininger (violino e guitarra) e Steven Brown (saxofones e teclados), em 1977, mantém-se como um ícone do avant garde.
Com Peter Principle (baixo) e Luc Van Lieshout (trompete), já na Europa, foram pioneiros na fusão do rock e do jazz com a electrónica. Ao longo de 30 anos, criaram êxitos incontornáveis como No Tears, In a manner of speaking e Desire, com sonoridades que passam pelo pós-punk, new wave e pelas bases electrónicas primitivas com influências étnicas, pop ou clássicas.
Os Tuxedomoon apresentam o novo álbum Vapour Trails.
Entre a guitarra e o computador, Fennesz cria um universo sonoro único, baseado na electrónica mas com referências que vão da canção pop à música concreta ou sinfónica. Transcendendo as limitações ou a linguagem idiomática do instrumento, o músico austríaco explora o discurso improvisado sobre material gerado digitalmente.
Christian Fennesz tem mantido, a partir de Viena, colaborações com vários músicos de vanguarda, com destaque para Ryuichi Sakamoto - este ano foi editado o álbum Cendre, em dueto, pela Touch - ou o trio Fenn O'Berg.

A animação dos Bares 1 e 2 é garantida por quatro novos projectos em estreia na Casa da Música. Natural da África do Sul, Portable (Alan Abrahams) vem reinventando o tecno de um modo profundamente original. Apresenta ao vivo o seu último álbum de originais, editado em Setembro pela Scape, onde aborda o house e se aplica nos motivos rítmicos africanos, combinando-os com o detalhe da electrónica alemã.
M. Sá e Fadigaz, divulgadores de música electrónica, representam com a dupla Tra$h Converters a faceta lúdica da editora Variz, com insólitos dj sets electro-noise-techno-pop-acid-house.
TAM é um alter-ego de João Santos, produtor/dj de música electrónica. Os sons dos instrumentos analógicos são a base para melodias abstractas trabalhadas digitalmente, com uma sonoridade 'ambient' ou experimental.
A intervenção vídeo apresentada por Migso (Miguel Soares) abrange uma viagem narrativa mergulhada em melodias celestiais e nas linhas sensuais do synth, caindo em padrões hipnóticos profundos.




segunda-feira, 10 de setembro de 2007

Cosmic Disco para bater o pé! Lindstrom de volta!

No panorama actual de música de dança, mais do que uma corrente dominante, há uma série infindável de nichos que se estruturam de acordo com a sua relação com o passado.
Mais ou menos Detroit, mais ou menos Chicago, mais ou menos electrónicas, todas estas linguagens se codificam em contextos específicos. No caso de Lindstrom, a linguagem-chave é o disco, revolução musical e de costumes que desde meados dos 90s tem vindo a ser reinventada por uma série de inteligentes produtores. Das orquestrações económicas dos Faze Action (que estão de volta) à vénia sentida às tonalidades Italo da dupla Metro Area, passando pela recente tendência de síntese de linguagens tão diversas como a dos cantautores da década de 70, dos ecos baleáricos de 80 e do rock espacial que se adivinha na estética particular de nomes como DJ Harvey, Rub n’ Tug ou Quiet Village, a linha condutora é o disco-sound. E, de certa forma, a obra de Lindstrom abraça todas estas sensibilidades, talvez pelo percurso particular que o conduziu até ao presente.
«Cresci com a pop que se tocava na rádio norueguesa entre 82 e 84. Música pop com muitos elementos pós-disco e algum hip-hop do início. Depois comecei a tocar piano clássico, nomeadamente a acompanhar coros na igreja. Depois da minha fase heavy- metal dediquei-me à fusão à la Dave Grusin e Lee Ritenour. E depois veio a minha paixão pelo country e pela folk de Hank Williams, Arlo Guthrie e Bob Dylan. Mas estes géneros não são os mais fáceis de criar quando se tem apenas um sampler», explica. «Por isso decidi tentar a electrónica».
No caso das presentes mutações do disco, uma palavra parece descrever na perfeição a sonoridade de temas como os que Lindstrom assina: «cosmic». O facto de recentemente se ter descoberto o filão de experimentação conduzido por DJs italianos na transição da década de 70 para a de 80 animou muita da produção contemporânea – e pioneiros da cena «cósmica», como Danielle Baldelli, passaram a servir de inspiração a produtores como Lindstrom.
«Agrada-me que o rótulo “cósmico” se possa aplicar a coisas tão diferentes como Nina Hagen ou Steve Reich. Admito que neste último ano fui muito influenciado pelas gravações dos sets dos DJs italianos da era “cósmica”».
O percurso singular de Lindstrom e a sua evolução como produtor encontra-se bem documentado no álbum It’s a Feedelity Affair, que reúne uma série de trabalhos que foram tendo circulação limitada em maxis nos últimos três anos. Como uma banda que abre os seus ensaios ao público, Lindstrom foi permitindo que a comunidade internacional lhe seguisse os passos através da edição desses maxis. Mas a reunião de todos esses temas sublinha a coerência do seu trabalho. E Lindstrom acredita que a pista ideal para tocar a sua música é a da nossa própria cabeça. «Acho que a minha música soa melhor em auscultadores. Mas também acho que se aguenta bem nos sistemas de som dos grandes clubes».
A presença regular de discos de Lindstrom nas preferências de alguns dos mais importantes DJs contemporâneos diz-nos que esta última suposição está correcta. De facto, Lindstrom parece ser um nome desejado por muitos círculos. O norueguês confessa mesmo que já recebeu alguns pedidos para «superstar remixes» mas adianta que está completamente concentrado na sua própria música. Há um nome, porém, a que não resistiria se o convite surgisse: «Abba. Adorava pôr as mãos em qualquer bobine multi-pistas dos Abba». Bem, a Suécia está aí perto… ».

(Rui Miguel Abreu, in Blitz)

Dia 13 de Setembro ao vivo no Lux.

sexta-feira, 7 de setembro de 2007

I Love Techno 2007

Preço de bilhete: 43 euros

À venda a partir de 8 de Setembro através do site: www.ilovetechno.be
A partir de 15 de Setembro nas FNAC´s da Bélgica, França, Alemanha, Holanda e Itália.
Restantes países através do site: www.teleticketservice.com

Parabéns a você...

É já dia 8 de Setembro que os Modeselektor aterram em Portugal, como cabeças de cartaz do Sonic Fresh '07. Será a primeira actuação da digressão a ser realizada no contexto do anunciado álbum "Happy Birthday!".
Após terem feito furor nas duas últimas edições consecutivas do festival Sonar, eis que chegam a Lisboa para esta actuação única e exclusiva.
2005/06 marca o ano da consagração dos Modeselektor com a edição do primeiro álbum “Hello Mom!". Este novo trabalho, elogiado por toda a critica, abre ainda mais o campo estilístico dos Modeselektor, fundindo géneros como o grime, uk garage, dubstep ou electro-idm, desprendidos de qualquer preconceito. Considerados como a grande surpresa da 9ª edição do festival Sonar, a dupla passou 2006 em tournée mundial, de Sidney à Islândia, de Paris a Tóquio, tornando-se um dos projectos de música electrónica mais requisitados do respectivo ano.
Tal como “Hello Mom!”, “Happy Birthday!” aventura-se nos caminhos menos percorridos da música electrónica indo para além de qualquer categorização ou formato. Electrónica mutante, híbrida e irreverente que nos é servida como se de uma banda sonora para uma festa urbana se tratasse. Thom York, Massimo Park, TTC, Paul St. Hillaire, Pupetmastaz, Apparat, Siriusmo e Otto von Schirach fazem parte do vasto leque de colaboradores de Gernot e Sebastien, reflectindo os imensos interesses da dupla e catapultando "Happy Birthday!" para um espectro mais alargado de seguidores destas novas sonoridades.
Os Modeselektor apresentarão "Happy Birthday!" num concerto único em Portugal, dando a conhecer um dos mais aguardados registos de 2007, no que por certo será uma actuação inesquecível.

8 de Setembro - SONIC FRESH '07 @ KUBIK OPEN AIR, LX

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

Outros nirvanas!

Proveniente de Seattle,cidade amplamente reconhecida pelo movimento Grunge, Rafael Anton Irisarri demonstra que pouco tem a ver com ambiente musical que fervilha em seu redor. Na sua música os vibrantes riffs de guitarra, tão comuns nas bandas de Seattle, são inexistentes. O piano acompanhadopor sintetizadores e outros apontamentos de electrónica, são os veículos eleitos por Irisarri para expressar a sua visão, visão essa que traça paralelos com compositores contemporâneos tais como: Philip Glass, Brian Eno, Arvo Part, ou, indo um pouco mais atrás no tempo, Erik Satie.
Focando agora a nossa análise na sua faceta de autor, encontramos em “Daydreaming” - o seu primeiro trabalho na Miasmah - uma simplicidade de meios que se revela bastante eficaz no modo como capta a atenção do ouvinte.
Representante perfeito de um curioso grupo de artistas, Rafael serve também de porta de entrada para a já referida Miasmah. Apenas com cinco discos no seu catálogo – muitos mais em versão mp3 - é já essencial para os que apreciam as propostas da “Type”, “Touch” ou “City Centre offices” só para mencionar algumas. “Daydreaming” está a competir com os melhores e nada melhor do que comemorar essa realidade com uma experiência ao vivo.

Para ver ao vivo no Passos Manuel dia 8 de Setembro pelas 23h.