terça-feira, 19 de dezembro de 2006

Tetris - 25 Anos Depois...

Em 1985 o matemático soviético Alexey Pajtnov inventa um jogo que seria uma sucesso mundial. Desde o inicio da sua comercialização em 1987, o Tetris tornou-se na marca mais vendida e reconhecida da indústria de jogos em todo o mundo podendo ser econcontrada em mais de 60 plataformas diferentes em mais de 70 países e com vendas superiores a 65 milhões de unidades em todo o mundo.
A jogar Tetris as horas passam sem se dar por ela e dizer que é um jogo viciante é favor.
Um quarto de século depois, uma nova consola foi criada para comemorar os 25 anos do aparecimento do Tetris e consiste na tradicional consola Plug-and-play que se liga directamente á televisão sem a necessidade de quaisquer outros acessórios.
Jogos Incluídos:

Standard Tetris: Rodar, mover, baixar. Repetir até fritar o cerebro.
Battle Tetris: Como a versão classica, mas cada linha que completar é adicionada ao seu oponente e vice versa.
Garbage Tetris: Em vez de começar o jogo com um ecrã vazio, o jogo começa com pedaços de blocos a dificultarem a tarefa.
Hotline Tetris: São marcadas linhas em várias alturas, cada uma delas um objectivo para lhe dar pontos. Quanto mais alto tiver a linha, mais pontos e maior o risco de perder o jogo.
Timed: tem tempo cronometrado para completar o número de linhas pedido, quando as completar passa ao nível seguinte, a passo acelerado.

À venda nas melhores lojas de gadgets.

THOMAS BRINKMANN: KLICK REVOLUTION (Ed.MAX.ERNST)

Já lá vão seis anos desde que Brinkmann editou uma das suas mais famosas peças. Klick continha as experiências sonoras realizadaspor este artista através dos cortes aplicados em discos de vinil.
Munido apenas com dois gira-discos, uma mesa de mistura e um processador de efeitos, conseguiu criar uma nova forma de escutar e fazer música – techno analógico de nascentes lo-fi. A nova revolução pode ter muito a ver com o software usado para organizar os sons propostos. Porque se os processadores e os programas permitem mais e melhor, não quer isso dizer que o aspecto final tenha que ser de plástico.
Por isso, Brinkmann continua ausar matéria prima exótica para produzir as suas obras de arte - desta vez trocou os discos de vinil pelos flippers. Até pode ser uma ideia futurista mas, aquelas máquinas de pinball com a bolinha em metal reluzente já não são propriamente do séc. XXI. E por isso mesmo este é um disco que abarca várias gerações – as que ainda se lembram de tal máquina poderão fazer um jogo tentandoidentificar os vários momentos da acção, as outras serão enfeitiçadas pelo ambiente narrativo que pode ser criado através de tãosimples ideia.
Por mais processados que estejam os sons, o resultado final é sempre uma obra de arte, nunca escutada no catálogo de tão prolífico artista.

sexta-feira, 1 de dezembro de 2006

COMCORDAS! Mercado sonoro em tom minimal.

O Jazz Manouche surgiu em tribos de etnia cigana e veio a desenvolver-se algures entre a França e arredores inicialmente por Django Reinhardt. Este terá sido provavelmente o pioneiro dando a conhecer o jazz à guitarra e ás big bands entre os anos trinta e quarenta na Europa.
O swing, o jazz e os ritmos ciganos são alguns dos géneros de música que englobam o espectáculo dos "CoMcORdAs" que, pelo facto de tocarem apenas instrumentos de corda, não deixam de surpreender através dos recursos destes, do palco minimalista e acolhedor. Constituído por António Preto na guitarra solo, Gil Duarte na guitarra ritmo e Gonçalo Rafael no baixo acústico, formam o grupo em Julho de 2006 com o intuito de divulgar este género musical.

Eu já vi estes gajos muitas vezes e são completamente passados em palco!E fora!
Valem bem a pena!
Acreditem, tou a falar a sério!

(Fonte: www.myspace.com/comcordas)